10 Novembro, 2009

40 anos, dizem eles...



:')

08 Novembro, 2009

Amo-os :)















Sou uma tia do caraças.

05 Novembro, 2009

palavras para ninguém.

Podia não ter o sol para te dar
Mas conseguia mostrar-te como podes ser feliz com o luar.
Podia não ter o Mundo para te oferecer
Mas havia de colher frutos e flores para alegrar o teu dia.
Posso não ser diferente
Mas sou real, sou humana, sou ódio e sou amor.
Sou paixão e indiferença.
És o sentido de pertença
que há muito almejava.

Mas quem és tu
estranho ser
Que desde o amanhecer
ocupas a minha mente
sem olhar a Belzebu?



5 de Novembro

03 Novembro, 2009

A Branca de Neve há-de ter razão!



Bom.

28 Outubro, 2009


Escuto o silêncio da noite. Lá fora, o barulho constante dos carros, a que já me habituei há muito, indica vida ainda a estas horas da madrugada. No quarto ao lado, o respirar tranquilo garante-me que têm ambos um sono descansado. O zumbido do frigorífico desafia-me. Resisto. Passou agora um comboio. Não ando num há algum tempo. Nunca gostei muito. Não me consigo equilibrar quando viajo de pé. Só a luz fraca que vem do meu candeeiro nos diz que há pessoas acordadas neste R/C-A. Uma pessoa acordada. Eu. Ouço dois relógios do meu quarto que parecem quatro. Temos de nos concentrar para não nos deixarmos enganar. Da minha cama só vejo um. Só tem os ponteiros das horas e dos minutos. O dos segundos não faz parte deste relógio, e ele trabalha na mesma. E trabalha bem. Não é algo imprescindível, o ponteiro dos segundos. Eles passam. Correm. Quer queiramos ou não. Quando perguntam as horas, nunca se interessam pelos segundos.
- Que horas são?
- Meia noite e quarenta e quatro.
- Então e os segundos?
- Dezanove, vinte, vinte e um...
São rápidos demais. Não os conseguimos acompanhar. Por isso são deixados sozinhos. Mas isso não faz deles menos importantes.

...

Sombras. Esta fraca luz faz imensas sombras nas minhas paredes. Sombras de que sempre tive medo. Está na minha mente. Quando se acendem mais luzes, não há nada de mais. As sombras são traiçoeiras. Fingem-se de coisas que gostavam de ser, mas não podem porque não são luz. Há sombras boas, que gostam do que fazem e imitam como ninguém o objecto que lhes dá origem. E há sombras más - aquelas de que tenho medo - que têm inveja dos objectos e da luz, e transformam-se em monstros, animais terríveis, coisas assustadoras, somente para se vingarem, não sabem elas muito bem do quê.

...

As almofadas são parte da minha família de objectos preferidos. Adoro almofadas. Podiam contar a minha vida. Mas são discretas, são fieis, posso confiar nelas. Não o fariam. Abafam os gritos, embalam os sonhos, bebem as lágrimas, aconchegam desilusões, festejam alegrias... e nunca se queixam. Nunca.

Vou deixar que uma me embale no sonho, agora. Vou ter com uma menina. Levo-lhe segundos.


27 de Outubro de 2009
00:57

27 Outubro, 2009

Protejam-se as bananas de possíveis embates!

Podem oferecer-me uma coisa destas para os meus anos! Está quase!
Prestem bem atenção à descrição. Imperdível.

Obrigada Ana, por descobrires pérolas destas.

25 Outubro, 2009

Carta Perdida


(...)Fugira sempre, hábil e audaz, das armadilhas da idade adulta. De repente sentiu-se presa, num mundo imaginário de onde não estava a conseguir sair.
A inquietude e um desespero crescente, por onde não controlar os seus sentimentos, acentuavam-lhe a vulnerabilidade, que tentava a custo e sem sucesso esconder.
Ela sentia que caminhava para algo inevitável e irreparável.(...)

in Códigos de Silêncio,
Ana Paula Almeida